O Rio de Janeiro continua sendo...: uma análise do uso das TICs na transformação da Cidade Maravilhosa em cidade inteligente

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INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLGIA / UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
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Em 2021, o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR) - em parceria com o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e com o Ministério das Comunicações (MCom) - lançou a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. A iniciativa surge no contexto de implementação de projetos de cidades inteligentes por várias regiões do mundo, aos quais estão associados gestores públicos e, principalmente, empresas privadas, que têm sido responsáveis, em grande parte, pela venda de produtos e serviços baseados nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). Considerando que as cidades, desde seu surgimento, tiveram seus desenvolvimentos atrelados também às TICs - como é o caso da escrita -, nos dias atuais a informação assumiu um papel ainda mais relevante e tem sido tomada como o elemento básico fundamental a definir o modo como tais ajuntamentos urbanos serão administrados. O fato novo é que os dados produzidos pelos cidadãos têm sido uma parte decisiva dos projetos de cidades inteligentes, mas muitas vezes eles sequer têm consciência de tal apropriação. Neste contexto, a pesquisa busca compreender como a aplicação das TICs na gestão da cidade do Rio de Janeiro - eleita, em 2013, a Smart City do ano pelo Smart City Expo World Congress -, pode (ou não) contribuir para a qualidade de vida do cidadão. Para isso, observamos em que medida o projeto de cidade inteligente do Rio de Janeiro, estruturado no uso das TICs e em parcerias público-privadas, têm contribuído para enfrentar as causas estruturais das desigualdades urbanas ou se limita ao monitoramento de suas consequências, reproduzindo uma lógica tecnocrática de governamentalidade.

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