Empreendedores de startups e trabalho imaterial no capitalismo cognitivo
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Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia/Universidade Federal do Rio de Janeiro
Resumo
Este estudo analisa o trabalho dos empreendedores das chamadas startups de tecnologia, tendo em vista processos como autonomia e precarização. Aborda as transformações do trabalho no capitalismo contemporâneo, diante da hipótese de um novo papel do trabalho imaterial ou informacional, em meio à emergência do que alguns autores chamaram de capitalismo cognitivo. A análise tem como centro o trabalho dos empreendedores nas startups brasileiras cujo principal negócio sejam serviços ou produtos baseados em softwares, hardwares ou websites. Para maior compreensão deste cenário, realizou-se pesquisa de campo exploratória com adoção de metodologia qualitativa por meio de entrevistas com empreendedores brasileiros de startups baseadas em tecnologias de informação e comunicação. Com a análise dos dados coletados, foi possível detalhar a organização do trabalho dos empreendedores de startup e identificar elementos de precarização e autonomia no trabalho.